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segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Brincar contribui para o aprendizado e a criatividade

O simples ato de brincar é essencial na vida de qualquer criança. Aliás, brincar é mais do que prazer, é um direito, regulamentado por lei, de todos os pequenos – e quem dera que fosse dos grandes também. Brincar ajuda no desenvolvimento humano, pois nutre o instinto criativo e age diretamente na capacidade de trabalhar todos os aspectos da vida.


A pesquisa “A descoberta do brincar”, encomendada pelo Instituto Unilever e divulgada em fevereiro de 2007, é mais uma prova da importância da brincadeira na vida das crianças. Um dos pontos mais relevantes levantados na pesquisa foi a participação dos pais nas brincadeiras dos filhos – o que é considerado essencial, tanto quanto o lúdico em si.


De acordo com os dados revelados, apesar de 76% dos pais entrevistados concordarem que a brincadeira entre crianças e adultos é uma atividade sadia, apenas 53% assumiram brincar com os filhos diariamente. Mas o pior está por vir: apenas 14% dos entrevistados sentem prazer ao brincar com os filhos. 48% preferem assistir televisão.


A justificativa a esse último resultado pode estar na preocupação com o futuro, já que quase a totalidade, 98% dos pais, disseram que a principal prioridade na educação dos pimpolhos é prepará-los profissionalmente para se tornarem adultos bem sucedidos.


A coordenadora da pesquisa, Marilena Flores, afirma que “o lúdico é a única maneira com a qual uma criança se relaciona com o mundo. Não podemos tirar isso delas. Precisamos desconstruir paradigmas como: apenas o trabalho dignifica o homem ou brincar é perda de tempo”, de acordo com o divulgado no Portal Aprendiz .


No site Criança & Consumo, há uma relação de fatores que prejudicam a diversão infantil: “Atividades extra-curriculares, serviços domésticos, estudos e estresse estão entre os principais concorrentes das brincadeiras. Variam de acordo com a classe social, a idade e o sexo da criança. As de classe A e B, por exemplo, acumulam mais atividades organizadas, como balé, aulas de idiomas e computação. As de classes C e D auxiliam seus pais em tarefas domésticas em boa parte do tempo em que deveriam estar se divertindo”.


A pesquisa, que traz informações sobre as brincadeiras preferidas das crianças brasileiras e mede a participação dos pais, envolveu 1.014 crianças com idades entre 6 e 12 anos; cerca de 1400 famílias provenientes de todas as classes sócio-econômicas de 77 cidades distribuídas entre todas as regiões do país.


Fontes:

Portal UOL
(http://noticias.uol.com.br/educacao/colunas/engel/2007/04/23/ult3637u55.jhtm)

Portal Aprendiz
(http://aprendiz.uol.com.br/content.view.action?uuid=da892a3e0af47010006835fbd235de37)

Site Criança & Consumo
(http://www.criancaeconsumo.org.br/imprensa_de_verd.html)

Um comentário:

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